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	<title>Galeria do Rock</title>
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	<description>Site / Blog Oficial da Galeria do Rock e do Instituto Cultural Galeria do Rock</description>
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		<title>Uma banda &#8220;Made In Brazil&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 04:23:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galeria Do Rock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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Irmãos Vecchione gravam 1º DVD em show no interior de São Paulo e viram público de ponta cabeça
Tatiana Cavalcanti, direto de Novo Horizonte
Dias 10 e 11 de julho de 2010 &#8211; Prestes a completar 43 anos na estrada, o Made in Brazil continua mais rock and roll do que nunca. A banda, formada originalmente pelos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.galeriadorock.org.br/wp-content/uploads/made01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-287" style="border: white 4px solid;" title="made01" src="http://www.galeriadorock.org.br/wp-content/uploads/made01.jpg" alt="" width="350" height="200" /></a></strong></p>
<p><strong>Irmãos Vecchione gravam 1º DVD em show no interior de São Paulo e viram público de ponta cabeça</strong></p>
<p><em>Tatiana Cavalcanti, direto de Novo Horizonte</em></p>
<p>Dias 10 e 11 de julho de 2010 &#8211; Prestes a completar 43 anos na estrada, o Made in Brazil continua mais rock and roll do que nunca. A banda, formada originalmente pelos irmãos Vecchione &#8211; Celso e Oswaldo -, gravou seu primeiro DVD oficial, ainda sem nome (eles aceitam sugestões), em Novo Horizonte, no interior de São Paulo. Cerca de 500 pessoas estiveram nos dois dias no Bar Experience, no centro da cidade.</p>
<p>No repertório, as músicas de sempre e outras constantemente requisitadas pela plateia, como &#8220;Os Bons Tempos Voltaram&#8221;, raramente entoada pela banda. A energia dos integrantes não entrega a idade dos fundadores do Made in Brazil. Costumo dizer que eles são os Rolling Stones cantados em português. Eles são vivos, animados e vivem o rock ´n´ roll como estilo de vida. Sim, porque é isso que é o rock ´n´ roll, festa e diversão. O Made resgata essa vontade de estar unido aos amigos ou a pessoa que amamos para simplesmente tomar uma coca e assistir um show de rock.</p>
<p>O Made in Brazil foi a única banda de rock a entoar riffes de guitarra dentro do Teatro Municipal, isso no fim dos anos 70. Assim como os Stones, eles se mantiveram fiéis ao ritmo que nem sempre vende comercialmente, mas que faz parte da vida de todos os roqueiros de verdade.</p>
<p>A banda ganha na formação atual (foram mais de 150) ainda mais energia com as guitarras estridentes, endiabradas e cativantes de um dos melhores guitarristas de rock do momento, Fabio Brum. Na bateria, um dos sete filhos de Oswaldo, Rick Vecchione, pega as baquetas e arrebenta com seu estilo autenticamente roqueiro e pesado, apesar da timidez. Nos microfones, as charmosas backing vocals Roberta Abreu e Luciane Vitaliano dão mais corpo às músicas; e no sopro o saxofonista que há mais de 30 anos acompanha a banda, Octavio Lopez Garcia, o Bangla. Houve ainda, no show de Novo Horizonte, a participação especial do guitarrista argentino que ficou dez anos no grupo (1995-2005), Alejandro Marjanov, de Tiago Mineiro nos telados, Jiancarlo Fernandes Patrício no trombone e Reginaldo Passos Assaf, o Vermelho, no trumpete.</p>
<p>O DVD tem previsão de lançamento para o próximo Carnaval, em fevereiro de 2011, período esse que contrasta com a essência e estilo do Made in Brazil. Em entrevista ao site GALERIA DO ROCK, Oswaldo Vecchione fala mais sobre o show em Novo Horizonte e o futuro da banda.</p>
<p><strong>Galeria do Rock &#8211; Como foi gravar o 1º DVD oficial da banda? </strong><br />
Oswaldo Vecchione &#8211; Já tínhamos feito muitas gravações em VHS, tenho quase 150 shows gravados e mais uns 30 em DVD, mas lógico que gravar com oito câmeras, grua etc. e tal, mais toda uma parafernália, é diferente. Essa produção de som, luz, luzes de movimento, entre outros, deu uma tranquilidade, pois sabíamos que a imagem e o som iriam ficar legais, e o show ficou bacana. Tenho que fazer um comentário, o cara dono do Experience Bar, o Tirso Biasi, além de gente finíssima e falar do Made por ai, facilitou o lance todo. Fora o tratamento, a cordialidade e a gentileza.</p>
<p><strong>GR &#8211; Qual será o nome do DVD?</strong><br />
OV -<br />
Ainda não definimos, você tem alguma sugestão? (risos). Estava pensando em &#8220;Neguinhos da Pompéia&#8221;, todos com a cara pintada de preto com luvas brancas e baton bem vermelho na boca. Como uma velha foto Al Johson (cantor judeu dos anos 20 e 30 nos Estado Unidos). Eu e meu irmão somos descendentes de italianos, mas temos um pezinho no blues (mais risos).</p>
<p><strong>GR &#8211; Será vendido a que preço o DVD?</strong><br />
OV -<br />
O mais barato possível, mas de um modo que não dê prejuízo.</p>
<p><strong>GR &#8211; Como foi o show em Novo Horizonte?</strong><br />
OV -<br />
Foi legal! Depois que fechamos a apresentação e a divulgação já estava na rua é que ficamos sabendo que naquele fim de semana haveria uma feira de gado com shows sertanejos. Mas no fim rolou legal, o público compareceu e quase lotou o espaço. Tinha muita gente de regiões como Itapoilis, Matão, Catanduva, São Carlos etc.</p>
<p><strong>GR &#8211; Como a plateia respondeu?<br />
</strong>OV -<br />
Foi bem legal, o público cantou os sucessos, foi emocionante e inesquecível.</p>
<p><strong>GR &#8211; Foi o que vocês esperavam?</strong><br />
OV -<br />
Na verdade, quando soube da tal feira pensei: &#8220;fudeu&#8221; (sic), mas não, o público compareceu, como falei, e não foi só o pessoal da cidade, foi gente da região. Lindo!</p>
<p><strong>GR &#8211; Vocês vão lançar o 15º CD da banda, um ao vivo, como está a expectativa?</strong><br />
OV -<br />
Talvez o Made in Brazil seja a banda de rock &amp; blues que mais gravou ao vivo, esse trabalho é nosso quinto disco ao vivo. A expectativa é a melhor possível, a banda está atualmente, nessa formação de agora, com ótimos músicos e super entrosada. O CD promete!</p>
<p><strong>GR &#8211; Qual a novidade no DVD?<br />
</strong>OV -<br />
O roteiro musical do DVD e o do &#8220;Show 40 Anos&#8221;, com músicas de todos os discos, inclusive com algumas do último o CD &#8220;Rock de Verdade&#8221;. Tem três músicas do disco &#8220;Deus salva, o Rock alivia!&#8221;, que não tocávamos há muitos anos, e outra inédita que sobrou e acabou não entrando no CD &#8220;Rock de verdade&#8221; , &#8220;Gata Ingrata&#8221;.</p>
<p><strong>GR &#8211; O que significa o Made na sua vida?</strong><br />
OV -<br />
É a minha vida, meu hobby, meu trabalho, meu ganha pão, minha paixão&#8230;</p>
<p><strong>GR &#8211; E o rock ´n´ roll?</strong><br />
OV -<br />
É o tempero da minha vida, meu aditivo. É difícil definir uma coisa que representa tanto pra mim.</p>
<p><strong>GR &#8211; Celebramos recentemente, no dia 13, o Dia Mundial do Rock. Qual a importância da data?</strong><br />
OV -<br />
É importante que o mês de julho seja conhecido como o mês do rock e que tenha uma semana e um dia para celebrar essa nossa paixão, que representa, como já disse, tudo. No meu caso, vai além, pois é meu estilo de vida. Mas também é super valido a celebração como um movimento cultural e como um gênero musical que mudou o mundo que vivemos pra melhor.</p>
<h6><a title="Galeria do Rock - Colaboradores" href="http://www.galeriadorock.org.br/?page_id=131" target="_blank">By Tatiana Cavalcanti</a></h6>
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		<title>Programação &#8211; Dia Mundial do Rock</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 15:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galeria Do Rock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[13/07/2010 &#8211; Abertura do Dia Mundial do Rock
Exposição Prodecks serie Diamond &#8211; Exposição de shapes customizados homenageando skatistas profissionais que fizeram e/ou fazem a história do skate nacional. 
Serão 100 shapes customizados por vinte artistas de diversas áreas.
Após a apresentação, a exposição ficará exposta nos corredores da Galeria do Rock durante todo o mês. 
Exposição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>13/07/2010 &#8211; Abertura do Dia Mundial do Rock</p>
<p>Exposição Prodecks serie Diamond &#8211; Exposição de shapes customizados homenageando skatistas profissionais que fizeram e/ou fazem a história do skate nacional. </p>
<p>Serão 100 shapes customizados por vinte artistas de diversas áreas.</p>
<p>Após a apresentação, a exposição ficará exposta nos corredores da Galeria do Rock durante todo o mês. </p>
<p>Exposição Skatógrafo &#8211; Exposição fotográfica com skate produzida por Fernando Arata, que tem o objetivo de mostrar um pouco dos resultados obtidos nesses quatro anos pesquisando sobre fotografia, buscando através da arte, chamar a atenção para temas relacionados ao skate.</p>
<p>Moda Galeria &#8211; Desfile de Moda com as tendências da Galeria do Rock. Moda Tatuagem, Rockabilly, Skate e Dark.</p>
<p>Show Banda 4 Ever &#8211; Uma das melhores bandas covers dos Beatles apresentam um pocket show com alguns clássicos do Rock’n Roll. Ao final será sorteada uma Guitarra Tagima.</p>
<p>17/07/2010 &#8211;<br />
Shows com as bandas:<br />
Trovadores de Bordel &#8211; 11h00<br />
Crazy Legs &#8211; 14h00<br />
Granada &#8211; 16h00<br />
Ao final será sorteada uma Guitarra Tagima.</p>
<p>24/07/2010 &#8211; Shows com as bandas:<br />
Mó H &#8211; 11h00<br />
Sova &#8211; 13h00<br />
Cólera &#8211; 16h00<br />
Ao final será sorteada uma Guitarra Tagima.</p>
<p>31/07/2010 &#8211; Shows com as bandas:<br />
Hellpaso &#8211; 11h00<br />
Os Ontem &#8211; 14h00</p>
<p>Palestra Sexo Drogas e Rock’n Roll com Roberto Shinyashiki (psiquiatra com pós-graduação em Gestão de Negócios e doutor em Administração de Empresas pela USP e integrante da banda Os Ontem) e Célio Ramos (fundador da EM&#038;T &#8211; Escola de Música e Tecnologia).</p>
<p>A Máfia &#8211; 17h00<br />
Ao final será sorteada uma Guitarra Tagima.</p>
<p>Apoio: Guitarras Tagima, Associação Cultural Dynamite, Território da Musica, EM&#038;T &#8211; Escola de Música e Tecnologia, Playtec, Instituto Cultural Galeria do Rock, Prodecks, Targino Custom, Programa de Ação Cultural, Governo do Estado de São Paulo. </p>
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		<title>Morre um defensor do rock</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 23:56:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galeria Do Rock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Ezequiel Neves, que revelou o Barão Vermelho, se foi no mesmo dia que Cazuza e deixou o mundo roqueiro órfão

Ezequiel Neves parecia prever o dia de sua morte e brincou com seu destino. Em janeiro, quando soube que tinha um tumor no cérebro, se recusou a operar. Desde então estava internado na Clínica São Vicente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ezequiel Neves, que revelou o Barão Vermelho, se foi no mesmo dia que Cazuza e deixou o mundo roqueiro órfão</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.galeriadorock.org.br/wp-content/uploads/Rock_ezequiel1-cazuza-morte630.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-272" style="border: white 4px solid;" title="Rock_ezequiel1-cazuza-morte630" src="http://www.galeriadorock.org.br/wp-content/uploads/Rock_ezequiel1-cazuza-morte630.jpg" alt="" width="302" height="244" /></a></strong></p>
<p>Ezequiel Neves parecia prever o dia de sua morte e brincou com seu destino. Em janeiro, quando soube que tinha um tumor no cérebro, se recusou a operar. Desde então estava internado na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, e pouco mais de seis meses depois, no dia 7 de julho de 2010, ele morre de falência múltipla dos órgão, aos 74 anos. O curioso é que a data coincide com a morte de seu pupilo e amigo Cazuza, que morreu exatamente no mesmo dia, mas exatos 20 anos antes, em decorrência da AIDS. Uma baita coincidência. Em uma demonstração de amizade e parceria, Ezequiel Neves foi um dos poucos amigos que não deixou Cazuza quando ele descobriu que estava doente.</p>
<p>Os amigos próximos se referem a Ezequiel Neves como um homem inteligente, extrovertido e bem humorado, mas, acima de tudo, o Zeca Jagger como preferia ser chamado no meio musical, era um fã incondicional de rock´n´roll, em especial da banda inglesa The Rolling Stones. Daí o apelido, em referência ao pé-frio da Copa da África, Mick Jagger, líder do grupo. O amigo Oswaldo Vecchione, um dos fundadores da banda Made in Brazil, lembrou que Ezequiel Neves escutava religiosamente três discos de rock por dia. “Nunca conheci alguém que fizesse isso”, afirma o músico.</p>
<p>Zeca Jagger era jornalista e produtor musical, e ao longo da carreira ajudou bandas roqueiras como Made in Brazil (uma das primeiras que produziu) nos anos 70, mas ele ficou conhecido mesmo por ter revelado ao mundo o Barão Vermelho. Ezequiel foi produtor da gravadora Som Livre, das Organizações Globo e presidida por João Araújo, pai do cantor Cazuza.</p>
<p>O que poucos sabem é que por traz da dita “genialidade” de Cazuza, líder e vocalista do grupo Barão Vermelho nos idos dos anos 80, estava Ezequiel Neves, que é um dos autores de &#8220;Codinome Beija-Flor&#8221;, &#8220;Exagerado&#8221; e &#8220;Por que a Gente É Assim?&#8221;. Zeca Jagger era o mentor de Cazuza, o influenciava de forma notória, e jamais abandonou seu pupilo. Cuidou de Cazuza até o fim de seus dias e ajudou a construir a imagem do mito que é suscitada até os dias de hoje. Ele escreveu há dois anos a biografia do Barão Vermelho, “Por Que a Gente é Assim”, em parceria com o jornalista Rodrigo Pinto.</p>
<p>No chato “Cazuza – O Filme”, de Walter Carvalho e Sandra Werneck, a amizade de Ezequiel Neves e Cazuza é bem explorada. Emílio de Melo interpreta Ezequiel Neves e Daniel de Oliveira, de forma brilhante e competente, Cazuza. Apesar de tantos atores e diretores de peso, o longa beira o tédio e retrata Cazuza como um líder que conquistou suas aspirações artísticas sozinho, com leve ajuda de Zeca Jagger, quando na verdade o pai auxiliou o reconhecimento da banda do filho.</p>
<p>Zeca Jagger era mal visto pela família de Cazuza, em especial pela mãe Lucinha Araújo, que acreditava que ele levaria seu filho para o “mau caminho”. Após a morte do produtor musical, ela reconheceu que ele foi um dos grandes amigos do filho e que nunca o abandonou quando ele mais precisou. Além de ter sido ele que apresentou o mundo musical diverso ao jovem e ansioso Cazuza.</p>
<p>Num certo sentido, Ezequiel Neves e Cazuza se completaram e, mesmo na hora da morte, não se afastaram. Morreram no mesmo dia, com 20 anos de distância.<br />
<strong> </strong></p>
<h6><a title="Galeria do Rock - Colaboradores" href="http://www.galeriadorock.org.br/?page_id=131" target="_blank">By Tatiana Cavalcanti</a></h6>
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		<title>A ópera-rock das Velhas Virgens</title>
		<link>http://www.galeriadorock.org.br/?p=263</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 03:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galeria Do Rock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Paulão fala de nova fase da banda em entrevista ao site Galeria do Rock
Uma das bandas mais debochadas do Brasil, as Velhas Virgens voltam ao Inferno, na Rua Augusta, neste sábado (19) para mostrar as músicas do seu mais recente álbum &#8220;Ninguém Beija como as Lésbicas&#8221;, uma ópera-rock ao estilo humorado do grupo, com direito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Paulão fala de nova fase da banda em entrevista ao site Galeria do Rock</strong></p>
<p>Uma das bandas mais debochadas do Brasil, as Velhas Virgens voltam ao Inferno, na Rua Augusta, neste sábado (19) para mostrar as músicas do seu mais recente álbum &#8220;Ninguém Beija como as Lésbicas&#8221;, uma ópera-rock ao estilo humorado do grupo, com direito a dramatização, novas personagens e cenografia inédita. No Inferno, a discotecagem fica por conta do Titio Marco Antônio, da Kiss FM. </p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-full wp-image-264  aligncenter" style="border: white 5px solid;" title="paulo1" src="http://www.galeriadorock.org.br/wp-content/uploads/paulo1.jpg" alt="" width="200" height="271" /><br />
Prestes a completar 24 anos de carreira, as Velhas Virgens matêm seguidores fiéis e vêm conquistando novos adeptos em sua eterna busca por cerveja, mulheres e, claro, muito rock´n´roll. O novo álbum, lançado em setembro de 2009, já é parte cativa no show e as músicas já são entoadas pelos fãs empolgados. A banda passou por um processo de renovação, inclusive de alguns dos integrantes, e agradou o público.</p>
<p>&#8220;Curiosamente a recepção do novo álbum foi muito boa.Talvez a melhor de todos os nossos CDs. Não só pelo título sugestivo, mas pelo formato, numa espécie de ópera punk radiofonica. A coisa está tão legal que metade do novo show é constituida de músicas novas e a galera tem gostado e cantado junto&#8221;, afirma o vocalista e líder da banda Paulo de Carvalho, o Paulão, em entrevista exclusiva ao site GALERIA DO ROCK.</p>
<p>Os novos integrantes Juliana Kosso (vocal) e o já não mais tão novo membro Roy Carlini (guitarra), tiveram uma boa aceitação do público, segundo Paulão. &#8220;Sei que os fãs geralmente querem a manutenção do casamento entre os músicos eternamente, mas na vida real não é assim. Alguns integrantes que ajudaram a construir a estética &#8216;bluesy-apunkalhada&#8217; das Velhas deixaram a banda, uns mais harmoniosamente, outros não. Mas esta é a melhor formação da banda em todos os tempos. Dentro e fora do palco. As pessoas que entraram trouxeram gás, harmonia e até mesmo conhecimento de palco e showbusiness&#8221;. Os integrantes reamecentes, além de Paulão, são Alexandre &#8220;Cavalo&#8221; Dias (guitarrista), um dos fundadores do grupo, Tuca Paiva (baixo) e outro membro mais recente do grupo, Simon (bateria).</p>
<p>Na ópera rock &#8220;Ninguém Beija como as Lésbicas&#8221;, Paulão inventou uma personagem, Genelvis, que é originário de lugar mágico e seus amigos, adversários, tudo isso foi amarrado com cortinas musicais que misturam ruídos, efeitos sonoros, falas dos integrantes da banda e ambientações, de modo a criar um tecido que funciona como cenário, onde está a mão do mago da banda, Paulo Anhaia. &#8220;É um conceito que pesquisei durante as aulas de rádio da faculdade de comunicação que eu chamo de &#8216;radio-movie&#8217;. Espero utlizá-lo novamente no futuro. A personagem Genelvis é uma mistura de Elvis com Gênio das Mil e uma Noites beberrão. Tem um visual divertido e uma atitude politicamente incorreta que apaixona. É uma crítica bem-humorada aos arautos do fim do mundo&#8221;, afirma Paulão.</p>
<p>Esse novo conceito e personagem foram ideia do irreverente Paulão. &#8220;Estas demencias visuais são sempre obra minha, até porque sou eu quem dá uma de Chapolin e se traveste no palco. Mas há toda uma concepção visual da roupas dos outros (coisa da Juliana, esposa do Cavalo) e inclusive cenário, baseado no desenvolvimento da capa e do encarte do CD pelo Weberson Santiago. A idéia de um álbum conceitual sempre esteve em nossas cabeças, mas sempre pareceu muito distante e ousada. A gente sempre pensava em &#8216;The Wall&#8217; ou &#8216;Tommy&#8217; e isso era muita cerveja pra nossa choppeirinha. Eis que na pré-produção, definidas 16 canções, resolvi observar as letras e criar um roteiro amarrando-as. A surpresa maior foi que a coisa ficou bem coerente e, mesmo seguindo um sentido contrário ás óperas-rock (que partem de uma história para a criação das músicas e não ao contrário, como no nosso caso) a &#8217;story-line&#8217; fluiu, com começo, meio e fim&#8221;.</p>
<p>Para os 25 anos da banda, são muitos os planos. &#8220;Tem o documentário que o pessoal da USP fêz da gente e que esteve nalguns festivais de cinema, e que será lançado em breve em DVD, com mais cenas inéditas. Devemos registrar em DVD desta turnê. Tem um livro meu e outro do Cavalo pra sair; tem o &#8216;Carnavelhas II&#8217;, que será uma homenagem á nossa cidade de São Paulo e ao seu melhor tradutor, Adoniran Barbosa. E isso já vai dar um trabalho danado pra tirar do papel, pois somos uma banda independente que sempre sonha além do que pode fazer. Mas tá valendo&#8221;.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Velhas Virgens</strong><br />
Onde: Inferno (Rua Augusta, 501, Consolação).<br />
Quando: Sábado, a partir das 23h.<br />
Ingressos: R$ 30 (na porta), R$ 20 (antecipado).<br />
Informações: 3120-4140.<br />
Idade mínima: 18 anos.</p>
<p><a title="Galeria do Rock - Colaboradores" href="http://www.galeriadorock.org.br/?page_id=131" target="_blank"><strong>By Tatiana Cavalcanti</strong></a></p>
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		<item>
		<title>O exílio da realeza do rock´n´roll</title>
		<link>http://www.galeriadorock.org.br/?p=260</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 17:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galeria Do Rock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[ Os Rolling Stones tiveram que se isolar do mundo para gerar sua maior obra-prima &#8220;Exile on Main Street&#8221;

Sul da França, verão de 1971 &#8211; Para driblar os impostos ingleses que ultrapassavam 90%, Keith Richards e sua mulher Anita Pallenberg alugaram uma mansão, em Vila Nellcote, e com eles trouxeram os outros integrantes da banda, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"> Os Rolling Stones tiveram que se isolar do mundo para gerar sua maior obra-prima &#8220;Exile on Main Street&#8221;</h3>
<p style="text-align: center;"><img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://www.galeriadorock.org.br/wp-content/gallery/a-galeria/exileonmainstreet.png" alt="exileonmainstreet" /></p>
<p>Sul da França, verão de 1971 &#8211; Para driblar os impostos ingleses que ultrapassavam 90%, Keith Richards e sua mulher Anita Pallenberg alugaram uma mansão, em Vila Nellcote, e com eles trouxeram os outros integrantes da banda, que se mudavam de Londres pela mesma razão. Naquele momento, os Rolling Stones se libertavam de um problema antigo, o ex-empresário Andrew Loog Oldham, que ficou com a maior parte dos lucros da banda, até então, e jamais cuidou dos impostos dos músicos, como se supunha que ele fizesse. Por incrível que pareça, os Stones estavam endividados, mesmo sendo um dos grupos mais lucrativos de todos os tempos. Foi nesse contexto que a banda inglesa se exilou na França. Ali, Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts e Mick Taylor gravaram o único álbum duplo dos Rolling Stones, &#8220;Exile on Main Street&#8221;, considerado sua obra-prima.</p>
<p>As gravações ocorreram no porão imundo e quente da belíssima casa da interiorana Villa Nellcote. Certa vez, um dos visitantes costumeiros da mansão, e técnico de som, Andy Johns, notou que haviam suásticas nazistas ali. Ele chamou a atenção do anfitrião Richards para o fato, mas o guitarrista apenas respondeu: &#8220;Ah, bom, isto aqui foi um quartel-general da Gestapo durante a ocupação (nazista). Mas tudo bem. A gente está aqui agora. Aqueles caras que se danem&#8221;.</p>
<p>As gravações de uma faixa chegavam a durar semanas, e as drogas e os muitos visitantes eram outro entrave para o desenrolar do trabalho da banda. Mesmo assim, era no porão que tudo de interessante ocorria. &#8220;Todos queríamos estar ali. Era um lugar muito quente, não sei como eles conseguiram gravar naquelas condições. Acho que foi muito amor pelo trabalho&#8221;, disse a musa da casa Anita Pallenberg, no documentário &#8220;Stones in Exile&#8221;, dirigido por Stephen Kijac, lançado em Cannes no mês passado, com imagens da época e depoimento de diversos dos envolvidos.</p>
<p>Inúmeros contratempos quase impediram a conclusão dessa obra clássica. Mick Jagger viajava a Londres constantemente para ver sua esposa grávida, Bianca Jagger, com quem ele casou, nesse período, numa cerimônia tumultuada em Saint Tropez, na França. Dizem as más línguas que foi Bianca que inspirou a música &#8220;It´s Only Rock and Roll But I Like It&#8221;, já que ela parecia menosprezar a paixão pelo rock do maridão.</p>
<p>Anita, que também exagerava no consumo de drogas, começou a se preocupar com tanta invasão à privacidade a ponto de ficar neurótica. Não era à toa. Numa tarde, os moradores da casa notaram que alguns instrumentos musicais de valor enorme haviam sido surrupiados. As drogas e as loucuras do grupo chamaram a atenção dos moradores da região, que mal conheciam a banda. Por essa razão, os visitantes começaram a deixar a Vila Nellcote. &#8220;Keith, nosso filho Marlon e eu ainda ficamos mais algum tempo, mas tivemos que abandonar o lugar&#8221;, disse Anita. A finalização do álbum foi feita em Los Angeles, nos Estados Unidos, como quase todos os trabalhos dos Stones.</p>
<p>Quase 40 anos se passaram após esse verão inesquecível e os Rolling Stones surpreendem mais uma vez com o relançamento recente do álbum, só que desta vez com dez faixas inéditas e espetaculares. As &#8220;novas&#8221; canções (na verdade são sobras de estúdio) seguem a linha da banda, que se manteve fiel às suas origens musicais até hoje. Na verdade, &#8220;Exile&#8221; é uma mistura fantástica de influências da banda, como rock´n´roll, blues, country, gospel e soul. Nessa nova versão da obra clássica, destacam-se músicas como &#8220;Pass the Wine (Sophia Loren)&#8221;, &#8220;I´m Not Signifying&#8221;, &#8220;Good Time Women&#8221; e as versões alternativas de &#8220;Loving Cup&#8221; e &#8220;Soul Survivor&#8221;.</p>
<p>Não se pode deixar de citar as músicas que fizeram deste álbum duplo uma aula de rock´n´roll para qualquer músico sensato e um dos maiores da história: &#8220;Shake Your Hips&#8221; (que parece ter inspirado a banda americana ZZ Top na música &#8220;La Grange&#8221;), &#8220;Cassino Boogie&#8221;, &#8220;Tumbling Dice&#8221;, &#8220;Sweet Virginia&#8221;, &#8220;Sweet Black Angel&#8221;, &#8220;Happy&#8221;, &#8220;Ventlator Blues&#8221;, &#8220;I Just Want to See His Face&#8221;, &#8220;Shine a Light&#8221;, entre tantas outras. Se você não conhece essas canções, por favor, corra para a loja mais próxima ou procure no Youtube (mas você, que ama rock´n´roll de verdade, vai acabar comprando o disco mesmo assim).</p>
<p>Lançado no ano seguinte, &#8220;Exile on Main Street&#8221; foi recebido pela imprensa da época com críticas mornas no início e certamente não é um dos discos mais populares do grupo. &#8220;Adoro quando os jornalistas quebram a cara tentando rotular a banda. Os Rolling Stones não têm rótulo, eles são eles mesmos e ponto. Se você tentar isso, irá em 15 direções diferentes e vai se perder&#8221;, afirmou o músico Jack White, do White Stripes, no mesmo documentário. Hoje, &#8220;Exile&#8221; é considerado não apenas o melhor disco dos Stones, como um dos maiores de todos os tempos. Pegou a modesta 7ª posição, em 2003, numa lista de 500 maiores álbuns de todos os tempos da revista Rolling Stone.</p>
<p>Outros fãs da banda, como o diretor Martin Scorsese e o ator Benício Del Toro, rasgam elogios à banda nesse documentário. Não só eles, mas os fãs e o mundo da música reverenciam o disco que nasceu de um exílio real de uma banda rebelde, a realeza do rock, composta apenas de jovens músicos descobrindo o que mundo poderia lhes oferecer e o que eles deixariam como herança musical.</p>
<h6><a title="Galeria do Rock - Colaboradores" href="http://www.galeriadorock.org.br/?page_id=131" target="_blank">By Tatiana Cavalcanti</a></h6>
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		<title>Morre Dennis Hopper e a arte fica um pouco sem destino</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 17:41:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galeria Do Rock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Ator e diretor do filme &#8220;Easy Rider&#8221; sintetizou uma época e imortalizou os motociclistas

Dennis Hopper era a personificação de um legítimo bad boy. Usava jaqueta jeans imunda, barba, cabelos desgrenhados, às vezes um rabo de cavalo, faixa na cabeça e olhos paranóicos. Um louco. Foi com essa aparência fora dos padrões que o jovem ator [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;">Ator e diretor do filme &#8220;Easy Rider&#8221; sintetizou uma época e imortalizou os motociclistas</h3>
<p style="text-align: center;"><img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://www.galeriadorock.org.br/wp-content/gallery/a-galeria/hopper-fonda-e-nicholson.jpg" alt="hopper-fonda-e-nicholson" /></p>
<p>Dennis Hopper era a personificação de um legítimo <em>bad boy</em>. Usava jaqueta jeans imunda, barba, cabelos desgrenhados, às vezes um rabo de cavalo, faixa na cabeça e olhos paranóicos. Um louco. Foi com essa aparência fora dos padrões que o jovem ator convenceu um executivo a bancar uma idéia que estava em sua cabeça, o projeto que ele chamava de <em>The Loners</em> (Os Solitários). Ninguém acreditava nele, até que ele conquistou essa chance e, com Peter Fonda na produção, começou a rodar o filme que viria a ser um dos maiores sucessos de todos os tempos, batizado posteriormente de &#8220;Easy Rider&#8221; (Sem Destino). O ano era 1968.</p>
<p>Sem roteiro, mas com um destino traçado, Nova Orleans, nos Estados Unidos, a dupla iniciou as filmagens em 23 de fevereiro de 1968 com apenas uma única certeza, os nomes das personagens: Billy, inspirado em Billy the Kid, interpretado pelo também diretor (estreante) do filme, Hopper; e Wyatt, baseado em Wyatt Earp (codinome: Capitão América), vivido por Fonda. Outra certeza no roteiro era cena com uma viagem de ácido.</p>
<p>Em cima de uma motocicleta, os amigos viajam pelo sul e sudeste dos Estados Unidos, com uma única ideia em mente, alcançar a liberdade pessoal. Eles traficam drogas e conhecem muitas pessoas interessantes pelo caminho. O filme explora paisagens sociais, assuntos e tensões daquela nação nos anos 1960. De quebra, ainda revelou ao mundo o desconhecido, mas talentoso ator, Jack Nicholson, interpretando um advogado alcoólatra que pega carona na garupa e nas loucas viagens da dupla.</p>
<p>Hopper podia ser encrenqueiro e irresponsável na maioria das vezes, mas em &#8220;Easy Rider&#8221; soube captar o fim da era hippie e ele, melhor do que ninguém, imortalizou os motociclistas e transformou a música &#8220;Born to be Wild&#8221;, da banda canadense Steppenwolf, no hino de uma geração. A filmografia foi um marco da contracultura, ajudou a erguer a Nova Hollywood, em decadência nos anos 1960, e personificou um estilo de vida: o rock´n´roll.</p>
<p>Em 2005, Hopper declarou ao semanário americano <em>Entertainment Weekly</em>: &#8220;Nós olhávamos para toda a década de 1960 e ninguém havia feito um filme com alguém fumando maconha sem sair por aí matando um punhado de enfermeiras. Eu queria que &#8216;Sem Destino&#8217; fosse uma cápsula do tempo sobre aquele período&#8221;.</p>
<p>Uma curiosidade sobre as filmagens é que os atores fumaram maconha de verdade no filme. Nicholson admitiu certa vez que na cena do mato ele teria fumado uns cem baseados. Outra é que Hopper e Fonda não tiveram uma convivência pacífica. Hopper brigava com todo mundo e Fonda declarou que &#8220;ele era um excêntrico e um pouco facista&#8221;. A amizade acabou.</p>
<p>O belíssimo e jovem ator James Dean, considerado um ícone da geração rebelde sem causa, era um dos ídolos de Hopper e uma de suas maiores influências. Com Dean, Hopper trabalhou nos filmes &#8220;Juventude Transviada&#8221;, &#8220;Rebelde sem Causa&#8221; e &#8220;Assim Caminha a Humanidade&#8221;, na década de 1950. O jovem Dean também teve uma vida inconsequente e morreu, aos 24 anos, em um acidente de carro. Hopper jamais esqueceu o amigo e companheiro de diversas cenas.</p>
<p>O ator e cineasta atuou em mais de cem filmes em 56 anos de carreira, entre as quais se destacam &#8220;Apocalipse Now&#8221; (1979), dirigido por Francis Ford Coppola, em que interpretou um fotojornalista; &#8220;Veludo Azul&#8221; (1986),dirigido por David Lynch, em em que incorporou o assustador vilão Frank Booth; o vilão de &#8220;Velocidade Máxima&#8221; (1994), de Jan de Bont, entre outros tantos.</p>
<p>Teve quatro filhos com quatro mães diferentes e pediu divórcio da quinta mulher, Victoria Hopper, em janeiro deste ano, quatro meses após descobrir que tinha câncer de próstata em estado terminal. A única mulher com quem ele foi casado e não teve filhos foi Michelle Phillips, do conjunto The Mamas and The Papas, numa união que durou apenas oito dias. O motivo, segundo ela anunciou em entrevista à revista Vanity Fair, &#8220;era por ser submetida a um tratamento excruciante&#8221;.</p>
<p>Em março deste ano, o ator foi um dos homenageados na Calçada da Fama de Hollywood. Dennis Hopper morreu no sábado (29), aos 74 anos, em sua casa em Venice, Califórnia, nos Estados Unidos.</p>
<p><strong><a title="Galeria do Rock - Colaboradores" href="http://www.galeriadorock.org.br/?page_id=131" target="_blank">By Tatiana Cavalcanti</a></strong></p>
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		<title>Aerosmith pisa pela terceira vez no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 02:02:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galeria Do Rock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A banda de rock vai apresentar clássicos como “Crazy” e “Dream On” no Parque Antártica neste sábado
 
Aerosmith, uma das bandas mais roqueiras da atualidade (e de todos os tempos), desmente os boatos recentes da saída do vocalista Steven Tyler e de um possível rompimento do grupo, e se apresenta no Brasil antes mesmo de o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;">A banda de rock vai apresentar clássicos como “Crazy” e “Dream On” no Parque Antártica neste sábado</h3>
<p style="text-align: center;"><img class="ngg-singlepic ngg-none aligncenter" src="http://www.galeriadorock.org.br/wp-content/gallery/a-galeria/aerosmith.jpg" alt="aerosmith" /> </p>
<p>Aerosmith, uma das bandas mais roqueiras da atualidade (e de todos os tempos), desmente os boatos recentes da saída do vocalista Steven Tyler e de um possível rompimento do grupo, e se apresenta no Brasil antes mesmo de o show passar pela Europa. A turnê “Cocked, Locked, Ready to Rock Tour!”, que estreou na América do Sul e já passou pela Venezuela, Colômbia, Peru, Chile e Argentina, chega neste sábado (29), em show único no Brasil, no Parque Antártica (Estádio do Palmeiras), em São Paulo.</p>
<p>É a terceira vez que a banda americana passa pelo País em mega turnê. A última vez foi em 12 de abril de 2007, em apresentação eletrizante e inesquecível no Estádio do Morumbi. Steven Tyler vestia uma calça jeans com naipes de baralho e levou o público ao delírio ao entoar clássicos como “Dream On”, “Crazy”e “Angel”.</p>
<p>A banda conta com Steven Tyler nos vocais, Joe Perry na guitarra solo, Brad Whitford na guitarra base, Tom Hamilton no Baixo e Joey Kramer na bateria. Seu estilo, enraizado no blues-rock, incorpora também elementos do pop, heavy metal, e rhythm and blues, e tem inspirado muitos artistas de rock. O Aerosmith foi formado em Boston, Massachusetts, em 1970. O guitarrista Joe Perry e o baixista Tom Hamilton, inicialmente, pensaram em chamar o grupo de Band Jam, e o nome mudou para Aerosmith quando eles se reuniram com o cantor Steven Tyler, o baterista Joey Kramer, e com o guitarrista Ray Tabano. Em 1971, este último foi substituído por Brad Whitford, e a banda começou a desenvolver uma sequência de Boston.</p>
<p>O grupo roqueiro vendeu mais de 150 milhões de álbuns em todo o mundo, incluindo 66,5 milhões de álbuns nos Estados Unidos. Eles também detêm o recorde de mais álbuns de platina de ouro por um grupo americano. A banda já marcou 21 “Top 40 hits” na Billboard Hot 100, nove vezes número um em hits do Mainstream Rock, quatro prêmios Grammy e dez MTV Video Music Awards. Eles foram introduzidos no Rock and Roll Hall of Fame em 2001 e em 2005 eles foram classificados pela revista Rolling Stone como um dos 100 Maiores Artistas de Todos os Tempos.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>Aerosmith &#8211; Onde: Parque Antártica (Rua Turiassu, 1.840, Pompéia). Quando: dia 29 de maio, às 21h30. Quanto: R$ 150 (arquibancada), R$ 200 (cadeira avulsa e cadeira descoberta), R$ 220 (cadeira descoberta especial), R$ 250 (pista), R$ 300 (camarote e cadeira coberta) e R$ 500 (pista premium), com direito à meia entrada no local do show, com vendas somente dia 29 de maio, a partir das 12h até o início do show, ou no Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17.955, Santo Amaro), diariamente, das 12h às 20h. Classificação: 12 a 15 anos com pais ou responsáveis. Vendas a partir deste sábado (20) por telefone com entrega em domicílio (taxas cobradas): 4003-0848, das 9h às 21h &#8211; segunda a sábado. Internet: www.ticketsforfun.com.br (entrega em domicílio &#8211; taxas de conveniência e de entrega).</p>
<p><a title="Galeria do Rock - Colaboradores" href="http://www.galeriadorock.org.br/?page_id=131" target="_blank">By Tatiana Cavalcanti</a></p>
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		<title>Depois de três anos, a banda Aerosmith está de volta ao Brasil.</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 13:48:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galeria Do Rock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de três anos, a banda Aerosmith está de volta ao Brasil. O grupo de Boston, formado nos anos 70, fará apresentações nos dias 27/05, em Porto Alegre, e 29/05, em São Paulo. A turnê &#8220;Cocked, Locked, Ready to Rock&#8221;, já passou por outros países da América Latina, como Colômbia e Peru.
Muito aguardado pelos fãs, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de três anos, a banda Aerosmith está de volta ao Brasil. O grupo de Boston, formado nos anos 70, fará apresentações nos dias 27/05, em Porto Alegre, e 29/05, em São Paulo. A turnê &#8220;Cocked, Locked, Ready to Rock&#8221;, já passou por outros países da América Latina, como Colômbia e Peru.</p>
<p>Muito aguardado pelos fãs, o show marcará o retorno de Steven Tyler aos vocais, afastado desde o final de 2009, por conta de brigas e internações contra a dependência química. Apesar do clima tenso entre músicos e produtores, a terceira passagem do Aerosmith pelo país promete ser tão emocionante quanto as outras: o setlist estará recheado de clássicos, como Dream On, Sweet Emotion e Walk This Way.</p>
<p>Com 40 anos de estrada, o Aerosmith atrai novos e velhos fãs: suas músicas atravessaram gerações, é muito comum ver crianças acompanhadas de seus pais nos shows da banda. A medida que o final de semana se aproxima, algumas pessoas já acampam em frente ao Estádio Palestra Itália, em São Paulo, para garantir os melhores lugares na pista.<br />
A expectativa para o sábado é grande, muitos acreditam que esse pode ser o último show do Aerosmith no Brasil, já que os integrantes enfrentam uma fase turbulenta.</p>
<p>Deixando de lado as especulações sobre o futuro, esse será mais uma apresentação marcante, tanto para os fãs, quanto para os próprios músicos, que já se declararam apaixonados pelo nosso país.</p>
<h6><a title="Galeria do Rock - Colaboradores" href="http://www.galeriadorock.org.br/?page_id=131" target="_blank">By Priscila de Cassia</a></h6>
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		<title>Regras da promoção #aerosmithnagaleriadorock</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 19:28:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galeria Do Rock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[REGRAS
O usuário do twitter deverá seguir a @galeriadorock e twitar o seguinte texto: #aerosmithnagaleriadorock #FF @galeriadorock. Os sorteios ocorrerão através do site sortei.me e só participarão aqueles que publicarem as TAGs  #aerosmithnagaleriadorock #FF @galeriadorock. 
 A pessoa sorteada não será contemplada, caso não esteja seguindo a @galeriadorock.

Os sorteios acontecerão nos dias 26,27 e 28 do mês de Maio.

Para retirar a camiseta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><span style="color: #ffffff;">REGRAS</span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">O usuário do twitter deverá seguir a <a href="http://twitter.com/search?q=%23aerosmithnagaleriadorock">@galeriadorock</a> e twitar o seguinte texto: <a href="http://twitter.com/search?q=%23aerosmithnagaleriadorock">#aerosmithnagaleriadorock</a> <a href="http://twitter.com/galeriadorock">#FF @galeriadorock</a>. Os sorteios ocorrerão através do site <a href="http://sorteie.me/">sortei.me</a> e só participarão aqueles que publicarem as TAGs  <a href="http://twitter.com/search?q=%23aerosmithnagaleriadorock">#aerosmithnagaleriadorock</a> <a href="http://twitter.com/galeriadorock">#FF @galeriadorock</a>. </span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"> </span><span style="color: #ffffff;">A pessoa sorteada não será contemplada, caso não esteja seguindo a <a href="http://twitter.com/galeriadorock">@galeriadorock</a>.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Os sorteios acontecerão nos dias 26,27 e 28 do mês de Maio.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #ffffff;">Para retirar a camiseta do Aerosmith, os sorteados deverão apresentar seus dados e um código, que será enviado por DM após o sorteio. A retirada do prêmio será na loja 230, 1º andar, Galeria do Rock.  O sorteado deverá escolher uma camiseta do Aerosmith no valor máximo de R$28,00 (vinte e oito reais), nesta mesma loja. O vencedor também levará um adesivo oficial da Galeria do Rock.<br />
</span><br />
</span></p>
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		<title>Rock das antigas no centro da capital paulista</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 20:29:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galeria Do Rock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[A Virada Cultural trouxe poucas atrações de alta qualidade, mas não deixou de empolgar
A Virada Cultural 2010 atraiu, segundo estatísticas oficiais, cerca de 4 milhões de pessoas em suas 24 horas de duração. A programação estava mais modesta em qualidade do que em anos anteriores e a impressão que se tinha em meio aos palcos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;">A Virada Cultural trouxe poucas atrações de alta qualidade, mas não deixou de empolgar</h3>
<p>A Virada Cultural 2010 atraiu, segundo estatísticas oficiais, cerca de 4 milhões de pessoas em suas 24 horas de duração. A programação estava mais modesta em qualidade do que em anos anteriores e a impressão que se tinha em meio aos palcos postados na cidade paulistana era que as ruas estavam mais vazias e as brigas eram mais comuns. Mesmo com todos esses poréns e a escassez de atrações de alto gabarito como nas outras edições, a Virada Cultural teve seus pontos altos e empolgantes.</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://www.galeriadorock.org.br/wp-content/gallery/a-galeria/Barbarito Torres.jpg" alt="Barbarito Torres" /><img src="http://www.galeriadorock.org.br/wp-content/gallery/a-galeria/Ignacio Mazacote no Malecon.jpg" alt="Ignacio Mazacote no Malecon" /></p>
<p>Para abrir o evento, os cubanos Barbarito Torres, do célebre e tradicional grupo Buena Vista Social Club, e Ignacio Mazacote, um dos fundadores do Afro Cuban All Stars, se apresentaram na Praça Júlio Prestes, no Centro, durante mais de uma hora para uma pleteia empolgada, muitos jovens, e que cantava a maioria das músicas,<br />
em gêneros como bolero, guajira e conga. O cenário atrás do palco ajudava a criar o ambiente mágico proporcionado pela ginga latina contagiante da dupla e de seus músicos, a belíssima torre da Sala São Paulo, por onde uma sanfoneira saiu minutos antes do show de abertura pendurada numa corda de aço, sem empolgar muito.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="ngg-singlepic ngg-none" src="http://www.galeriadorock.org.br/wp-content/gallery/a-galeria/frank-zappa.jpg" alt="frank-zappa" /></p>
<p>Logo em seguida, no Palco do Rock, na Avenida São João, quem abriu a noite foi a banda dos anos 60 Grand Mothers &#8211; Re: Invented, do lendário Frank Zappa, que tocou música da pesada e animou os roqueiros presentes. Em uma hora de apresentação, os músicos executaram canções de álbuns como &#8220;Roxy &amp; Elsewhere&#8221;, &#8220;Hot Rats&#8221; e &#8220;We´re Only In It For The Money&#8221;. O destaque foram clássicos como &#8220;Montana&#8221;, Lonely Little Girl&#8221; e a instrumental &#8220;Peaches En Regalia&#8221;, uma das mais conhecidas de Zappa.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="ngg-singlepic ngg-none aligncenter" src="http://www.galeriadorock.org.br/wp-content/gallery/a-galeria/janis-joplin-1.jpg" alt="janis-joplin-1" /></p>
<p>Mas a grande atração da noite, a mais aguardada, sem dúvidas, eram os músicos do Big Brother &amp; The Holding Co., primeira banda da diva do rock Janis Joplin, que como parte da cena psicodélica também originou o Grateful Dead e o Jefferson Airplane. O show começou 10 minutos antes do previsto. Nos primeiros acordes, o público percebeu que muito rock´n´roll estava por rolar. Mas o que deixou os roqueiros de plantão arrepiados foi quando a vocalista Shopia Ramos abriu a boca. Apesar de sua postura um tanto antipática e sua aparência que em nada lembra a de Janis Joplin, a vocalista não fez feio ao entoar clássicos como &#8220;Summertime&#8221; e &#8220;Me and Bobby McGee&#8221;. Quem fechásse os olhos, acreditaria estar num show, nos anos 60, com a magnífica e carismática Janis Joplin.<br />
Outro show animado, e lotado, nesse palco foi o da banda das Velhas Virgens, que homenageou o grande músico paulistano Adoniran Barbosa, que este ano completaria 100 anos se estivesse vivo.</p>
<p>No palco Bulevar São João, um dos melhores shows da noite foi de outra banda das antigas, The Temptations Experience featuring Glen Leonard, que tocou clássicos como &#8220;My Girl&#8221; e &#8220;Just My Imagination&#8221; e reproduzia fielmente as coreografias originais. Apesar dos problemas no microfone, o show encantou a plateia.</p>
<p>Diversas outras atrações fizeram parte da Virada Cultural, como o Living Colour, Booker T, Patrulha do Espaço, Elza Soares enre outros tantos. A festa, se não baixar o nível das atrações, pode entrar para o calendário mundial dos grandes eventos culturais. São Paulo, mais uma vez, mostra o porque é a maior cidade do País.</p>
<h6><a title="Galeria do Rock - Colaboradores" href="http://www.galeriadorock.org.br/?page_id=131" target="_blank">By Tatiana Cavalcanti</a></h6>
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